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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Tudo Artesanal | Ovos Trançados por Peter Paiva - 09 de Março de 2013






Organizador de cartón inspirado en "We R memories keepers"

Zapatero hecho con Cartón, Manualidad Diy, Facil de hacer






Estantería hecha con Cartón para la Cocina, Manualidad barata, Diy

Manualidades, Diy, Mueble hecho con Cartón para el cuarto de Baño






terça-feira, 21 de março de 2017

Extrato Glicolico - Como Fazer



Olá Nice. Para estes produtos que voce menciona, basta seguir o mesmo procedimento do video, ou seja, no caso do mel coloque 20 gramas de mel + 10 ml de álcool de cereais e 90 ml de glicerina e deixe em maceração dentro de um vidro escuro. Depois de macerado é só coar e envasar que está pronto. Aveia é a mesma coisa. Abs, Marcos

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Stencil OPA - 01/11/16 - Mayumi Takushi - Casiruba






































NOME INDIGENA: CASIRUBA vem do tupi guarani e significa “Erva frutífera da raiz preta”. Também recebe os nomes de: Alcaçuz bravo, Amendoeirana, Boi gordo, Cabo verde, Fedegoso preto, Infalível, Manduí, Sene, Raiz preta, Raiz de corvo e Unha de Boi.

Origem: Planta de habito pioneiro e comum nos campos limpos e sujos do bioma brasileiro do cerrado, e nas bordas de mata de galerias de pequenos riachos, ocorrendo nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, n norte da Bahia, sul de Tocantis e Piauí. Mais informações no link:  http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/listaBrasil/ConsultaPublicaUC/BemVindoConsultaPublicaConsultar.do

Características: Erva perene ou arbusto de até 2 m de altura com ramos prostrados (deitados sobre o solo) crescendo de forma sinuosa (fazendo curvas) no sentido horizontal, atingindo 1,30 a 2,50 m de comprimento. O caule é curto, bifurcado (dividido em dois) e na maioria das vezes multi-ramificado com diâmetro de 3 a 7 cm e casca cinza acastanhada. Os ramos novos são levemente quadriláteros e tomentosos (coberto de lanugem) e as folhas são alternas, entrepostas, paripinadas (como pena), e cada pina está presa ao ramo por um pecíolo (haste ou suporte) de 0,5 a 1,2 cm de comprimento e na base dilatada há um par de estipulas (tipo de folha modificada) de 5 a 6 mm de comprimento e a raque ou eixo principal mede 2,5 a 3,3 cm de comprimento, com base pulvinosa (espessa com almofada, capas de movimentar-se) e corpo com 2 pares de folíolos sésseis (sem pecíolos ou haste), adnados (que nascem juntos) com um espaço entre eles de 1,6 a 2,3 cm de comprimento. A lamina foliar é coriácea (de textura rija), medindo 5,5 a 9,5 cm de comprimento por 3 a 4,3 cm de largura. A inflorescência é disposta em panículas (cacho composto) terminais ou na axila das folhas superiores, com pedúnculo (haste ou suporte) de 4,5 a 6,4 cm de comprimento, os quais se dividem em 3 a 5 eixos, cada um contendo 4 a 7 flores de 4,5 a 5,8 cm de diâmetro quando abertas de cor amarelo ouro. As flores são actinomorfas (com vários planos passando pelo mesmo eixo) estão inseridas desordenadamente sob pedicelo (haste que suporta uma flor), tomentosa (coberta de lanugem) de 1,4 a 2,2 cm de comprimento. A flor é formada de cálice (invólucro externo) com 4 ou 5 sépalas côncavas, amarelo esverdeadas, ovadas de 7 a 9 mm de comprimento por 5 a 8 mm de largura e corola (invólucro interno) formado por 5 sépalas ungüiculadas (semelhante a unha). Os frutos são vagens grossas, cilíndricas, pilosas (cobertas de pelo) com 5 a 12 cm de comprimento de cor verde claro no inicio da maturação marcada por anéis ou círculos em todo o cumprimento.

Dicas para cultivo: Pode ser plantada em todo o Brasil em solos é fracos e arenosos com pH variando de 4,3 a 6,8, e em altitudes que variam de 450 m a 1.426 m; sob condições climáticas que variam de subtropical úmido a subtropical de altitude, com índices pluviométricos de 700 a 1.850 mm anuais e temperaturas médias de 19 a 26 graus. Essa espécie resiste a temperaturas mínimas de até -3 graus no sul de São Paulo e Paraná e a máximas de até 39 graus no Piauí e norte da Bahia; suportando bem a secas de até 5 meses. Apenas se deve evitar seu cultivo em terrenos argilosos e sujeitos a enchentes, o que causa a morte da planta.

Mudas: As sementes devem ser colhidas quando a vagem estiver com coloração escura, após retiradas, devem ser lavadas e secas na sombra podem ser armazenadas em frascos escuros e bem tampados, mantendo o poder germinativo por 4 meses à um ano, quando apenas 50% delas germinarão. As mesmas ser semeadas diretamente em embalagens individuais de 10 cm de largura por 25 cm de altura contento substrato feito de: 50% de areia saibro, 25% de terra vermelha e 25% de matéria orgânica bem curtida ou húmus de minhoca. As embalagens devem ficar em pleno sol e devem receber irrigação leve na manhã e a tarde, e nessas condições a germinação ocorre em 15 a 30 dias com índice de 85% para sementes recentemente colhidas. O crescimento das mudas é lendo, atingindo 30 cm com 7 a 8 meses após o plantio, ocasião em que podem ser plantadas em local definitivo em dezembro a janeiro.

Plantando: Devem ser plantadas num espaçamento de 3x3 m entre plantas com o objetivo de produção de frutos ou de 1x1 m para fazer alamedas de ornamentação ou cerca viva. As covas devem ter 40 cm nas três dimensões e ser preparada com 30% do volume de areia, mais 2 kg de composto orgânico e 500g de cinzas de madeira. A irrigação só precisa ser feita após o plantio e quando demorar a chover por mais de 20 dias. Após o plantio o crescimento é rápido e a florada e frutificação se inicia com 18 meses após o plantio.

A planta da Casiruba deve ter
Cultivando: Fazer apenas podas dos ponteiros que já frutificaram, contando 40 cm do ápice para a base, onde se deve cortar no mês de setembro; essa ação permite uma renovação da planta e estimulará a frutificação para o próximo ano. A poda também pode ser realizada no inicio da formação dos botões, causando o atraso na floração que ocorrerá em agosto e a frutificação em fim de setembro e outubro. A planta também aceita podas drásticas de renovação e podas de modelagem para cercas vivas. A adubação é feita colocando 1 a 2 pás de matéria orgânica e 30 g de N-P-K 10-10-10 em círculos à 10 cm de caule no mês de setembro.

Usos: Os frutos amadurecem em junho a agosto. Essa planta pode ser cultivada em pequenos jardins, em vasos e como alamedas de entradas de chácaras ou fazendas e ainda no entorno de canteiros de grandes jardins, pois a época de sua floração traz beleza aos dias de inverno.. Na medicina popular essa espécie recebe o nome de infalível no Mato Grosso, onde suas raízes são usadas como antídoto para picadas de cobras. As folhas têm propriedades antiinflamatórias, usadas em cataplasmas sob abscessos e inflamações causadas por machucaduras e cortes. As raízes detêm propriedades vermífugas e purgativas, sendo preparadas na forma de decocto ou infusão. Os frutos são comestíveis in-natura quando bem maduros, pois enquanto verdes ofendem a mucosa da boca. Os frutos têm propriedades laxativas e são ricos em vitamina A e fósforo. A polpa liquida ainda pode ser beneficiada conforme indicado acima e utilizada para fazer sucos refrescantes e gelatinas. 

http://www.colecionandofrutas.org/sennarugosa.htm

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Como lustrar madeira com boneca e seladora.

Como lustrar madeira com boneca e seladora.

Recebo e-mails de pessoas que visitam o blog e querem se aventurar no restauro de alguma peça que tenham em casa. Sou um pouco sistemática, faço tudo com muita calma. Fiz um PAP (passo a passo), espero que esclareça o processo que aprendi nas aulas de restauro no Liceu de Artes e Ofícios Casa Klemtz.

Existem outras formas de se fazer este trabalho. Cada um irá desenvolver sua técnica, mas os produtos serão os mesmos. Há quem encere somente com seladora, eu prefiro dar o toque final com cera de Carnaúba. 

Vamos lá!

1º passo - fazer a "boneca":
01 -  Providencie um chumaço de estopa, que caiba apertado na palma da mão, um quadrado demalha de aproximadamente 20x20cm e uma tirinha da sobra da malha;
02 - Centralize a estopa na malha;
03 - Feche como em um "saquinho", apertando bem para que a estopa fique durinha dentro;
04 - Com a tirinha, faça um nó bem apertado;
05 - Recorte as sobras, deixando uns 3cm de sobra;
06 - Pronta! Apresento-lhes a boneca! Tem de ficar bem firme;


2º passo - separar os produtos:
07 - Thinner forte - leia a especificação na embalagem;
08 -Seladora para madeira (é a primeira vez que estou usando uma da Suvinil, faremos o
teste juntos, ok?!); 
09 - Um pote de vidro de conserva limpo;
10 - Régua, caneta e fita crepe;


Ah, e deixe preparado o móvel ou madeira, muito bem lixado e livre de poeira. No meu caso é uma bolacha de madeira de Imbuia maciça, que farei um assento de banqueta:




3º passo - preparo da seladora + Thinner:
11 - Cole a fita crepe no corpo reto do vidro;
12 - Com a régua, meça e divida em 4 partes iguais (quando tiver mais prática, divida em 3 partes iguais), é interessante por a data do preparo;




4º passo - seladora:
13 - Ainda com a lata fechada, chacoalhe muito bem a seladora, para que fique homogênea;
14 - Derrame-a dentro do vidro até completar o primeiro nível da medição;




5º passo - diluição com thinner:
15 e 16 - Complete com Thinner até o nível da medida, feche o vidro e chacoalhe muito bem;



6º passo - começando o trabalho:
17 - Pegue a boneca e molhe lentamente no preparo, aguarde para que a estopa absorva o líquido;
18 - Comece a passar na madeira, puxando sempre no sentido dos veios, assim você valoriza a textura e a cor. 

7º passo - diluição com thinner:
19 - Não repasse imediatamente, pois a seladora pode "embolar". Veja como muda o tom da madeira. A Imbuia fica mais escura. 
20 - Passe nas bordas. Deixe sempre um lado sem passar, pois terá de apoiá-lo para secar;


8º passo - lixar com lixa ou palhinha de aço:
21 - Após passar 3 demãos de seladora, com intervalo de 1 hora entre cada uma, você deve lixar a peça, com uma lixa 360 ou palhinha de aço (Bombril). Sempre no sentido dos veios.
22 - Pode aplicar força. Saíra bastante pó, misturado com pedacinhos da palhinha. Esse processo elimina as pequenas fibras da madeira que levantam quando passamos a seladora. A superfície fica bem lisa e então VOCÊ REPETE O 7º E O 8º PASSOs NO MÍNIMO MAIS 2 VEZES.Sempre seguindo os mesmos passos. Se fizer menos vezes, o acabamento não ficará bom. 


9º passo - Limpeza da peça:
23 - Depois de concluir a última lixação com Bombril (só uso esta marca de palhinha), passe uma malha macia para limpar o pó;
24 - E lembre-se, SEMPRE faça os movimentos no sentido dos veios, senão você risca a madeira. 

10º passo - Passar a cera:
25 - Você pode usar outra cera, desde que seja em pasta e incolor (particularmente não troco a cera de Carnaúba por nenhuma outra, já testei e não fica igual), lembrando que é resistente à água, você só consegue removê-la com solventes químicos. 
26 - Com uma esponja, lado amarelo, ou espuma macia, passe na direção dos veios novamente. 

11º passo - Lustrar:
27 - Após passar a cera, aguarde 10 minutos, então lustre vigorosamente com uma escova dura (essas de lavar tênis mesmo). Pode aplicar toda a força que puder e SEMPRE no sentido dos veios;
28 - Após lustrar com a escova, passe a cera novamente;

12º passo - Lustrar com flanela:
29 -  Após a segunda demão de cera, lustre com um flanela, sempre aplicando força e movimentando no sentido dos veios. Olha o brilho delicado que fica, como um veludo. E lembrando que fica resistente à água. Já fiz móveis em minha casa e garanto a resistência. 


E, para finalizar, o ANTES E DEPOIS, onde podemos observar bem a diferença.



Espero que o PAP, mesmo que meio amador, tenha ajudado. Aguardo notícias de quem se aventurar pela técnica passada aqui.


Abraços e boa sorte.

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