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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Enquanto Isto na Obra

























































































































Aprenda a assentar seu piso cerâmico

Que tal olhar para as paredes azulejadas e o piso prontinho e dizer: ”Fui eu que fiz!”? Com argamassas, espátulas e outros materiais, é possível!

Reportagem Visual Fernanda de Castro Lima e Daniella Grinbergas (Colaboração) | Texto Daniella Grinbergas | Fotos Luis Gomes

Orientada por um especialista, a equipe de MINHA CASA se lançou nesse desafio e descobriu que, com habilidade e conhecimento, a aventura tem tudo para dar certo. Caso você prefira não se arriscar e opte por contratar um profissional, aproveite essas informações para compreender o processo e fiscalizar o serviço com propriedade.
Luis Gomes
aprenda-a-assentar-seu-piso-ceramico
A primeira dica é caprichar na escolha do revestimento. O bom trabalho começa nessa etapa, mas entenda que, aqui, não falamos do modelo mais bonito, e sim daquele apropriado ao ambiente onde será instalado. “Há cerâmicas específicas para áreas internas ou externas, de alto ou baixo tráfego, além de indicações para piso ou parede, e placas mais ou menos espessas, característica que pode interferir na abertura de portas”, alerta o especialista em cerâmica Carlos Jadir Vieira Franco, de São Paulo. Depois, chega a vez de pensar na argamassa: “Não se arrisque a fazê-la na obra! Prefira a colante, o chamado cimento-cola, vendido pronto. É fácil de misturar e tem fixação perfeita”, aconselha. O tipo de argamassa também depende do local de aplicação. Algumas composições levam plastificadores e aditivos que melhoram a aderência, a flexibilidade e o desempenho do material. Por isso, as embalagens trazem letrinhas que revelam as finalidades: a ACI serve apenas para espaços internos e secos; a ACII pode ter contato com água e calor, é resistente a ventos fortes e umidade, e vai bem até em fachadas e saunas; e a ACIII é mais aderente, ideal para piscinas e piso sobre piso. Entre elas, há produtos exclusivos para cerâmica e outros para porcelanato. “Isso porque a cerâmica se fixa ao sugar a umidade da argamassa [chamada aderência mecânica]. Com o porcelanato é diferente, porque ele não absorve água. Nesse caso, a argamassa contém agentes que proporcionam a aderência química”, explica Luiz Carlos Gonçalves Jr., chefe de produtos da Weber. A fase do rejunte também tem seus segredos. Nas lajotas com as bordas retificadas, o vão é sempre de 2 mm; entre as comuns, o espaçamento deve ser indicado pelo fabricante. Mais uma vez, existem diversas classificações e o produto é definido pelo local de uso. O impermeável serve para cômodos molhados e apresenta fórmula que evita a proliferação de fungos. O flexível é feito para áreas externas com variações de temperatura e consequente dilatação dos materiais. Em espaços internos, se usar cerâmica, prefira o rejunte de base cimentícia; se for porcelanato, o epóxi. Na hora de aplicar o material, Carlos revela uma artimanha: com uma espátula ou desempenadeira – preferencialmente de borracha para não riscar o esmalte do revestimento –, espalhe o rejunte, pressionando-o para dentro das juntas, e passe o dedo para sentir se as frestas estão cheias e dar o arremate levemente abaulado. “Depois de 15 a 40 minutos, limpe com um pano macio úmido, fazendo movimentos perpendiculares às linhas preenchidas”, ensina Jordana Barros, chefe de produtos da Weber.
 Superfícies regulares
É fundamental que a base destinada a receber o acabamento esteja nivelada (no caso de piso) ou aprumada (parede). Para conferir os alinhamentos vertical e horizontal, estique de ponta a ponta um fio de náilon, formando um L, que servirá de referência”, ensina o engenheiro Eduardo Polak, coordenador de obras da empresa paranaense FMM Engenharia. Se for preciso, corrija o contrapiso ou o reboco, ajustando o caimento e o nível. Saiba que as superfícies devem estar completamente secas e limpas antes do assentamento. “Caso contrário, o revestimento pode manchar e até descolar”, afirma Carlos.
 A ordem dos fatores
Quando o trabalho inclui piso e parede, inicie pela segunda. “Se a sequência for invertida, o tempo de serviço será maior, pois é preciso aguardar a secagem para acessar as paredes. Além disso, há o risco de queda de materiais, que podem danificar as placas do chão”, justifica Eduardo. Outra dica é começar o assentamento de baixo para cima, deixando para fazer possíveis cortes nas peças da última fileira, no encontro com o teto.
 Acerte o cálculo
Para adquirir a metragem ideal de cerâmica, meça o espaço a ser preenchido. Caso existam janelas, portas, dentes ou outros obstáculos, desconte a área correspondente a eles. Os fabricantes recomendam comprar 10% a mais de revestimento, pois é comum que algumas peças sejam perdidas (com cortes errados, por exemplo): se a parede a ser coberta medir 5 x 3 m (15 m²), mas houver ali uma janela de 1 x 1 m, a medida final será 14 m² – o que significa ter de adquirir 15,40 m². Vale lembrar que essa conta serve somente para a paginação convencional, também chamada de ortogonal, que forma ângulos retos. Caso opte pela diagonal, precisará de mais lajotas por causa dos ajustes nas extremidades. Então, o recomendado é obter 15% a mais em relação à área. Quanto à argamassa, cheque a embalagem, que mostra o consumo estimado por m². Para o rejunte, o cálculo considera a junta adotada – os produtos trazem uma tabela que cruza os espaçamentos e as dimensões das peças, apontando a quantidade em kg/m².
http://casa.abril.com.br





































terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Enquanto Isto na Obra - Reboco

























































































Como fazer o emboço



O que é o emboço e para que serve?

O emboço é um revestimento de superfícies utilizado na construção civil, é considerado o corpo do revestimento e suas principais funções são a vedação e regularização da superfície e a proteção da edificação, evitando a penetração de agentes agressivos.
Camada de revestimento em argamassa com a função de regularizar a base. Propiciando uma superfície que permita receber uma camada de reboco ou de revestimento decorativo (textura, argamassa decorativa, cerâmicas, pintura, etc).
Normalmente constituído de uma mistura de areia, cimento e cal ou saibro , o emboço atua como base para a aplicação do reboco, devendo promover a boa ancoragem com ele e possuir uniformidade de absorção para que haja boa aderência entre as duas camadas.
Dependendo do tipo de acabamento especificado em projeto, o emboço pode se constituir na única camada de revestimento, denominado emboço paulista.

Função do emboço

Servirá de base para assentamentos de azulejos e de cerâmicas, como acabamento de revestimento das paredes.
Iniciado após completa aderência de argamassa das alvenarias e chapisco.
O emboço só deverá ser iniciado depois de embutidas todas as canalizações nas paredes.
A espessura do emboço não deverá ultrapassar a 20 mm.
Deverá ser executado com argamassa 1:2:6 cimento, areia e arenoso.

Emboço mais comum

A espessura deve ser de 1cm a 2,5cm (massa grossa)
- 1 lata de cimento
- 2 latas de cal
- 8 latas de areia média
Rendimento por lata de cimento 17m² de parede

Revestimento

O revestimento de uma parede é constituído por três camadas (chapisco, emboço e reboco)
- O chapisco é necessário para promover a aderência do emboço, evitando que o mesmo se solte.
- O emboço é a camada de regularização da superfície, não devendo ser superior a 2cm.
- O reboco tem pequena espessura, sendo uma camada fina que serve para preparar a superfície par receber o acabamento final, lixamento, tinta base e pintura.
O chapisco serve neste caso para promover uma melhor ligação entre as partes e evitar o descolamento.
Quanto maior for o contato das argamassas com o substrato de superfície rugosa, melhor será a ancoragem, e portanto, uma boa resistência de aderência.

Como fazer o emboço!


Informações Úteis

Azulejos, ladrilhos e cerâmicas são aplicados sobre o emboço.
O acabamento de paredes mais econômico é o cimentado liso, aplicado diretamente sobre o chapisco.
O chapisco, o reboco e o emboço não são usados em pisos.
O cimentado é o piso de argamassa mais econômico. Se a superfície for muito irregular, convém aplicar inicialmente uma argamassa de regularização ou nivelamento.

Reboco para que serve! Como fazer o reboco na parede ?

Reboco de parede

Camada de revestimento utilizada para cobrimento do emboço, propiciando uma superfície que permita receber o revestimento decorativo ou que se constitua no acabamento final.
O reboco (acredita-se que do árabe “rabuq”) é um tipo de argamassa com que se alisam as paredes, preparando-a para receber a cal ou a pintura.
Em cerâmica, também denomina a substância com que se reveste o interior de um vaso, impermeabilizando-o.
Mais recentemente, os revestimentos exteriores dos edifícios têm sido objecto de grandes inovações.
Entre elas existe o reboco térmico pelo exterior que visa eliminar as pontes térmicas formadas pela existências dos elementos estruturais, tais como pilares e vigas.
O reboco dá proteção externa às paredes, sejam elas de que material forem – tijolo comum, tijolo furado, bloco de concreto, etc – evitando infiltrações da chuva que porventura possam vir a prejudicar a vida útil do material e o aparecimento de mofo por exemplo.

Caraceristicas

RebocoO reboco, ou emboço como preferem alguns, é o revestimento que irá determinar o acabamento de uma obra.
Os rebocos só deverão ser executados depois da colocação de peitoris e caixões de portas e janelas.
A espessura do reboco não deve ultrapassar a 10 mm.
Deverá ser executado com argamassa 1:2:6 cimento, caulim e areia fina, devidamente camurçado.

Por que toda essa importância dada ao reboco?

Porque é ele quem esconde todos os defeitos (erros) que comumente aparecem nolevantamento das alvenarias.
Experiências mostram que o traço (receita) mais indicado para rebocos externos e/ou internos é 1:2:9 (cimento:cal: areia média lavada) + aditivo impermeabilizante no caso das paredes externas.
Recomenda-se que o primeiro item a ser levado em conta, não seja o preço mas sim a origem e qualidade da areia.
Não devemos esquecer que o barato sai caro, principalmente na questão dos rebocos.
Quem já teve que refazer rebocos por causa desses defeitos, sabe muito bem o transtorno que é. E quanto custa.
Ele serve também para dar proteção externa às paredes, sejam elas de que material forem – tijolo comum, tijolo furado, bloco de concreto, etc – evitando infiltrações da chuva que porventura possam vir a prejudicar a vida útil do material e mesmo prejudicar a saúde do morador.
Em virtude disso é muito importante dar o devido cuidado à execução do reboco.
Principalmente na dosagem dos aglomerantes (cimento e/ou cal) e na qualidade dos aglomerados (areia em suas diversas granulometrias).
Um reboco com muito cimento, é um reboco muito rígido, pouco flexível, pouco elástico o que pode vir a causar micro fissuras, dando o aspecto de mapas.
É preciso saber dosá-lo para evitar essa patologia.
Se o reboco tem pouca cal também pode apresentar o mesmo tipo de patologia acima descrita. Daí a necessidade de saber combiná-la adequadamente com o cimento.
A areia usada também influencia na resistência e no aspecto final do reboco.
É preciso tomar muito cuidado com as areias saibrosas, que provocam o mesmo tipo de patologia: fissuras do tipo mapas com posterior desagregação da massa.
Mas não devemos descuidar-nos das areias lavadas, pois elas necessitam de algum material (aglomerante) que lhes dê suficiente liga a fim de que possam ser utilizadas sem nenhum inconveniente.
Outro item importante é o aditivo utilizado para evitar a penetração da água da chuva, ou seja, o impermeabilizante indicado para essa função.
Esta questão nem sempre é levada a sério e a conseqüência imediata é o aparecimento de manchas de umidade internamente e desagregação do reboco externamente.

Revestimento completo

O revestimento de uma parede é constituído por três camadas (chapisco, emboço e reboco).
- O chapisco é necessário para promover a aderência do emboço, evitando que o mesmo se solte.
- O emboço é a camada de regularização da superfície, não devendo ser superior a 2cm.
- O reboco tem pequena espessura, sendo uma camada fina que serve para preparar a superfície par receber o acabamento final, lixamento, tinta base e pintura.
O chapisco serve neste caso para promover uma melhor ligação entre as partes e evitar o descolamento.
Quanto maior for o contato das argamassas com o substrato de superfície rugosa, melhor será a ancoragem, e portanto, uma boa resistência de aderência.

O reboco mais comum

Reboco - emboço de paredes
Reboco – emboço de paredes
Reboco (massa fina). Esta camada deve ser o mais fina possível
- 1 lata de cimento
- 2 latas de cal
- 9 latas de areia fina peneirada
Rendimento por lata de cimento 35 m² parede
Obs: a lata de medida deve ser de 18 litros

Aplicação

1- Aplique uma camada de 3mm a 5mm de espessura, com uma desempenadeira adequada (madeira ou PVC).
2- …o acabamento deve ser feito com o material ainda úmido, o qual deverá ser desempenado com desempenadeira adequada de madeira ou PVC…
3 – …a seguir feltrado (camurçado) com desempenadeira munida de feltro ou espuma de borracha.



Aplicação de massa na parede da maneira mais comum.

Pintura sobre reboco

Antes de iniciar a pintura sobre um reboco novo, aguarde até que o mesmo esteja seco e curado, o que demora cerca de 30 dias.
Se a tinta for aplicada sobre reboco mal curado, provavelmente a pintura descascará, porque a impermeabilidade da tinta dificultará a saída da umidade e as trocas gasosas necessárias à carbonação (cura) do reboco, sem o qual este tende a esfacelar-se sob a película da tinta, causando o descascamento.
Rebocos Fracos (pouco cimento) apresentam superfícies pouco coesas, fato que pode ser verificado ao esfregar-se a mão sobre o reboco, constatando-se a existência de partículas soltas (grãos de areia).
Neste caso, recomenda-se aplicar uma demão de Fundo Preparador de Paredes.
Este produto aumenta a coesão da superfície, fixando as partículas soltas.

http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/reboco-parede

O “Chapisco”

Escrito por 

Chapisco, faz parte do revestimento de uma parede, permitindo que outras camadas de massa adiram a essa mesma parede.

O Revestimento

O revestimento de uma parede é constituído por três camadas (chapisco, emboço e reboco).
- O chapisco é necessário para promover a aderência do emboço, evitando que o mesmo se solte.
- O emboço é a camada de regularização da superfície, não devendo ser superior a 2cm.
- O reboco tem pequena espessura, sendo uma camada fina que serve para preparar a superfície par receber o acabamento final, lixamento, tinta base e pintura.
O chapisco serve neste caso para promover uma melhor ligação entre as partes e evitar o descolamento.
Quanto maior for o contato das argamassas com o substrato de superfície rugosa, melhor será a ancoragem, e portanto, uma boa resistência de aderencia.

Fases do Revestimento

Todas as paredes e tetos devem receber uma camada de chapisco, qualquer que seja o acabamento.Sem o chapisco, que é a base do revestimento, as outras camadas podem descolar e até cair.
Em alguns casos, como em muros, esse pode ser o único revestimento.
Sobre o chapisco é aplicada uma camada de massa grossa ou emboço, para regularizar a superfície.
Por último, vai a massa, fina ou o reboco, que dá o acabamento final. Em alguns casos não é usado o reboco, por motivo de economia.
Deve-se efetuar a cura úmida do chapisco mediante a utilização de uma névoa de água, durante o maior período possível.

Antes da aplicação do chapisco

- Limpeza da estrutura e da alvenaria
- Eliminação das irregularidades superficiais
- Remoção das incrustações metálicas
- Preenchimento de furos
- Pré-umedecimento
- Chapiscamento

Limpeza

O substrato deve estar firme, seco, curado e isento de óleo, graxa, pó, tinta, restos de desmoldantes ou compostos de cura.
Para execução de chapisco sobre concreto, a limpeza deve ser rigorosa. Devem ser removidas as rebarbas, resíduos de concreto, pontas de arame e pontas de ferro.
Resíduos de agentes desmoldantes devem ser completamente retirados através de lixamento/escovação e lavagem com jato de água.
24 horas antes da execução do chapisco recomenda-se aspersão de água em abundância.
Para blocos de concreto e cerâmicos e tijolos cerâmicos, recomenda-se a molhar toda a superfície antes da execução do chapisco.
Não se deve efetuar a aplicação de qualquer revestimento sobre substrato com temperatura superior a 30º C .
Neste caso, é indicado o prévio resfriamento com aspersão de água.
As superfícies porosas devem ser umedecidas antes do início da aplicação.
ATENÇÃO: As recomendações acima são essenciais pois potencializam a aderência do chapisco.
O produto pode ser aplicado em estruturas de concreto (internas), blocos de concreto e cerâmicos e tijolos cerâmicos.

Como aplicar o chapisco !

 

O chapisco deve ser dado arremessando a mistura contra a parede com a colher de pedreiro com uma certa força de modo que que esta penetre e se fixe no substrato.
24 horas após feito o chapisco pode-se iniciar o emboço usando uma argamassa na proporção 1:5 de cimento:areia com 1/2 de cal ou um plastificante na proporção recomendada pelo fabricante.

B) Para o chapisco deve ser utilizada uma mistura 1:2 ou 1:3 de cimento:areia.

A espessura do emboço deve ter no máximo 20 milimetros.
Caso seja necessária maior espessura, dar duas ou mais camadas da 10 a 15 milimetros observando um tempo de cura (ideal é 7 dias) entre as camadas.
A execução do revestimento pode ser simplificada pelo uso de argamassa industrializada. Essas argamassas são pré-misturadas pelos
fabricantes e deve-se apenas acrescentar água no proporção definida na embalagem para uso na obra.
Alguns desses produtos permitem o uso de uma camada única.

C) A camada de chapisco deve ser o mais fina possível:

1 lata de cimento
3 latas de areia fina
Rendimento por lata de cimento 30m² de parede
O chapisco será sempre exigido como base para revestimento de qualquer tipo de bloco, executado com argamassa no traço 1:3, empregando-se areia grossa.
Quando indicado pela escola, será utilizado chapisco de peneira no traço 1:3, cimento e areia média ou fina, para ser usado em muros.

Tipos de aplicação

Na preparação dos chapiscos recomenda-se evitar a utilização de cimento de alto forno (CP III) ou pozolânico (CP IV)
Pelo fato do chapisco ser aplicado em fina camada, ocorre rápida evaporação de água de amassamento, não havendo tempo para as reações de hidratação da escória e da pozolana.

.Se os serviços forem executados corretamente, as três formas de aplicação, rolo, colher e desempenadeira, apresentarão bom desempenho quanto à aderência nas estruturas de concreto.

O “Chapisco”


Aplicação com rolo
•precisa-se de um maior controle durante a execução
•a superfície resultante deve apresentar uma textura rugosa, permitindo uma ligação eficiente da argamassa de revestimento ao substrato.
Aplicação com desempenadeira
•deve-se verificar a formação dos cordões.
Aplicação com colher
•importância da energia de impacto.

Cura do chapisco

O umedecimento do chapisco após primeiras horas de cura e nos 3 dias subseqüentes ao da sua execução é muito importante, sendo indispensável durante dias quentes e/ou com presença de ventos.
Este cuidado é importante para toda execução com material à base de cimento Portland, sendo o equivalente à cura no caso de concreto.
O umedecimento não deve ser feito sobre a superfície superaquecida ou quando houver incidência de sol diretamente.
É recomendável que seja realizado pela manhã e ao final do dia.
Este cuidado deve ser tomado independentemente do material sobre o qual o revestimento será aplicado.
A superfície acabada não deve receber jato d’água para não danificar o produto aplicado.
A execução correta dos revestimentos, especialmente quanto à execução das juntas, minimizará o possível aparecimento de defeitos de aplicação, como descolamentos,por exemplo.

Base para o Custo da Mão-de-Obra e Materiais

O custo da mão-de-obra, para revestimento de paredes, tanto internas quanto externas, com argamassa produzida na obra ou industrializada, pode ser vinculado a produtividade (empreitada) ou ao número de horas trabalhadas.
O custo do número de horas trabalhada, é dado por categoria da mão-de-obra.
Dependendo da extensão da área a ser revestida pode ser necessário que se contrate a mão-de-obra de um ou mais; pedreiros (executa o revestimento), serventes (transporta a argamassa, prepara as ferramentas) ou ajudantes (prepara e transporta a argamassa).
Para cada uma dessas categorias há um valor para hora de trabalho.
O custo do material deve ser calculado por metro quadrado de parede. Multiplica-se o comprimento pela altura da mesma.
Por exemplo:
Para uma parede de 4,00m de comprimento por 2,50m de altura, o cálculo do custo da matéria prima para o revestimento desta é feito sobre 10,00m², ou seja 4,00mx2,50m=10,00m².
http://www.fazfacil.com.br/reforma-construcao/como-fazer-chapisco

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Materiais de Construção - Enquanto Isto na Obra, Enquanto isto no Lote,

Os materiais de Construção começaram a chegar. Quinta-feira chegou: brita (zerão), areia, cimento, caixa de água, etc. Os tijolos e as Pedras de mão chegaram segunda feira. O poste de acesso chegará na quarta. Contratei o serviço de lavagem de telhas para isto comprei uma escova de aço, um tambor (vou aproveitar as telhas que já tenho). Vou pesquisar na internet um produto limpa telhas. Estou muito feliz, mas com medo também.
É um misto de felicidade com frio na barriga. Sábado fui a uma madeireira. Fiquei encantada tudo muito lindo. Fui encomendar a madeira. Espero que tudo corra bem com a benção de Deus.


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